Brazil

Democratizando conhecimento

 

Segundo Moreira, o ensino de física no Brasil está em crise: além falta e/ou despreparo de professores, das más condições de trabalho, do reduzido número de aulas e da progressiva perda da identidade no currículo[1].

Sob esse olhar o Projeto foi inicialmente idealizado pelos estudantes Miguel Diniz e João Gabriel em 2018. Durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro semestre de 2019 eu (Luan) tive participações esporádicas, até que me consolidei no Projeto no segundo semestre de 2019 e passei a participar dos encontros todos os sábados de manhã. 

A ideia de darmos aulas vai além do fato de termos significativo conhecimento em física, isso porque temos grande experiência com olimpíadas científicas das mais diversas disciplinas. Desta forma, surgiu a ideia dar aulas para que, além de ensinar física, possamos preparar alunos que não teriam oportunidades para uma das mais importantes competições de física do país, cujo resultado o aluno pode usar até mesmo para entrar em uma universidade (brasileira ou internacional).

Aliás, a OBFEP foi criada justamente pensando no desnível entre os alunos de escolas públicas e os de escolas privadas[2]. Além disso é de conhecimento geral que alguns dos principais objetivos das olimpíadas científicas é o de melhorar o ensino das ciências através da formação de professores, encontrar talentos nas mais diversas áreas do saber, e propostas de desafios que instigam os alunos para além dos métodos de ensino mecanizados, que é o realizado na maioria das instituições de ensino[1, 2, 3].

 

2.Objetivos

Dar aulas de física para jovens de escola pública, ajudando também no preparo para olimpíadas como OBFEP (Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas)[4] e OBF (Olimpíada Brasileira de Física)[5], bem como identificar jovens talentos para acolhê-los no Instituto Alpha Lumen, para que seu talento seja utilizado para crescimento pessoal e coletivo, multiplicando seus conhecimentos para sua comunidade.

No ano de 2020 os integrantes do projeto se associaram à comissão da OIMC (Olimpíada de matemática e conhecimento)[6]. Assim, passamos a atuar não apenas no ensino de física, mas também de matemática.

Além disso, eu (Luan) e Miguel (ambos integrantes do projeto) fomos recentemente selecionados para representar o Brasil na GeCAA (Global e-Competition on Astronomy and Astrophysics)[7]. Dessa forma, temos confiança de nosso conhecimento em astronomia e astrofísica, e portanto, a partir do ano que vem passaremos a dar aulas de astronomia, voltadas especialmente para a OBA, para a seletiva para as olimpíadas internacionais de astronomia, e para as próprias olimpíadas internacionais (IOAA, OLAA, e possivelmente a própria GeCAA)[7, 8].

Assim é importante notar que o projeto tem profundo vínculo com a democratização do conhecimento, uma vez que seu público alvo é justamente aqueles que tem menos condições e oportunidades.

 

3.Feitos e resultados

-Aulas semanais presenciais aos sábados, das 8:00 às 10:30 ou das 8:00 às 12:00, na própria instituição da ONG Instituto Alpha Lumen;

-Sempre que possível fomos às escolas dar aulas, como na oportunidade em que fomos à Emef Professora Sônia Maria P. da Silva, onde pudemos atender à demanda de dezenas de jovens;

-Cerca de 3 três alunos já foram acolhidos pela ONG Instituto Alpha Lumen;

 

-Paralelamente a isso, durante o período de quarentena eu (Luan) comecei a escrever apostilas, sendo a primeira uma apostila de Cálculo, nomeada como “Cálculo para leigos, físicos e engenheiros”, que apesar de incompleto, já ajudou muitas pessoas com essa disciplina;

 

-Atualmente estamos firmando uma parceria com a secretaria de ensino de Monteiro Lobato, junto com as diretorias de algumas escolas públicas de São José dos Campos para que possamos dar aulas onlines para os alunos da rede pública;

 

-Firmamos também parceria com o comitê da WMTC (World Mathematics Team Championship)[9], que é uma olimpíada internacional de matemática realizada anualmente na China), e junto ao Comitê da WMTC e do Instituto Alpha Lumen, fundamos a OIMC, que selecionará estudantes brasileiros para participarem da WMTC. Neste projeto, atuaremos criando questões para a OIMC, mas também dando aulas, listas de exercícios e treinamentos para os participantes;

 

- Obtemos um total de mais de 4 mil inscritos na 1ª fase da OIMC. Vale ressaltar que após a 2ª fase, duas equipes serão selecionadas para participar de uma competição internacional de matemática na China, sendo uma das equipes obrigatoriamente de escola pública. Para a equipe de escola público, o custo de viagem será custeado pela ONG Alpha Lumen, e a estadia, alimentação e transporte na China será custeado pela comissão da própria WMTC.

 

- Na OIMC 2020 além de participantes brasileiros, tivemos também participantes da Angola, de Cabo Verde e de Moçambique

Segundo Moreira, o ensino de física no Brasil está em crise: além falta e/ou despreparo de professores, das más condições de trabalho, do reduzido número de aulas e da progressiva perda da identidade no currículo[1].

Sob esse olhar o Projeto foi inicialmente idealizado pelos estudantes Miguel Diniz e João Gabriel em 2018. Durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro semestre de 2019 eu (Luan) tive participações esporádicas, até que me consolidei no Projeto no segundo semestre de 2019 e passei a participar dos encontros todos os sábados de manhã. 

A ideia de darmos aulas vai além do fato de termos significativo conhecimento em física, isso porque temos grande experiência com olimpíadas científicas das mais diversas disciplinas. Desta forma, surgiu a ideia dar aulas para que, além de ensinar física, possamos preparar alunos que não teriam oportunidades para uma das mais importantes competições de física do país, cujo resultado o aluno pode usar até mesmo para entrar em uma universidade (brasileira ou internacional).

Aliás, a OBFEP foi criada justamente pensando no desnível entre os alunos de escolas públicas e os de escolas privadas[2]. Além disso é de conhecimento geral que alguns dos principais objetivos das olimpíadas científicas é o de melhorar o ensino das ciências através da formação de professores, encontrar talentos nas mais diversas áreas do saber, e propostas de desafios que instigam os alunos para além dos métodos de ensino mecanizados, que é o realizado na maioria das instituições de ensino[1, 2, 3].

 

2.Objetivos

Dar aulas de física para jovens de escola pública, ajudando também no preparo para olimpíadas como OBFEP (Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas)[4] e OBF (Olimpíada Brasileira de Física)[5], bem como identificar jovens talentos para acolhê-los no Instituto Alpha Lumen, para que seu talento seja utilizado para crescimento pessoal e coletivo, multiplicando seus conhecimentos para sua comunidade.

No ano de 2020 os integrantes do projeto se associaram à comissão da OIMC (Olimpíada de matemática e conhecimento)[6]. Assim, passamos a atuar não apenas no ensino de física, mas também de matemática.

Além disso, eu (Luan) e Miguel (ambos integrantes do projeto) fomos recentemente selecionados para representar o Brasil na GeCAA (Global e-Competition on Astronomy and Astrophysics)[7]. Dessa forma, temos confiança de nosso conhecimento em astronomia e astrofísica, e portanto, a partir do ano que vem passaremos a dar aulas de astronomia, voltadas especialmente para a OBA, para a seletiva para as olimpíadas internacionais de astronomia, e para as próprias olimpíadas internacionais (IOAA, OLAA, e possivelmente a própria GeCAA)[7, 8].

Assim é importante notar que o projeto tem profundo vínculo com a democratização do conhecimento, uma vez que seu público alvo é justamente aqueles que tem menos condições e oportunidades.

 

3.Feitos e resultados

-Aulas semanais presenciais aos sábados, das 8:00 às 10:30 ou das 8:00 às 12:00, na própria instituição da ONG Instituto Alpha Lumen;

-Sempre que possível fomos às escolas dar aulas, como na oportunidade em que fomos à Emef Professora Sônia Maria P. da Silva, onde pudemos atender à demanda de dezenas de jovens;

-Cerca de 3 três alunos já foram acolhidos pela ONG Instituto Alpha Lumen;

 

-Paralelamente a isso, durante o período de quarentena eu (Luan) comecei a escrever apostilas, sendo a primeira uma apostila de Cálculo, nomeada como “Cálculo para leigos, físicos e engenheiros”, que apesar de incompleto, já ajudou muitas pessoas com essa disciplina;

 

-Atualmente estamos firmando uma parceria com a secretaria de ensino de Monteiro Lobato, junto com as diretorias de algumas escolas públicas de São José dos Campos para que possamos dar aulas onlines para os alunos da rede pública;

 

-Firmamos também parceria com o comitê da WMTC (World Mathematics Team Championship)[9], que é uma olimpíada internacional de matemática realizada anualmente na China), e junto ao Comitê da WMTC e do Instituto Alpha Lumen, fundamos a OIMC, que selecionará estudantes brasileiros para participarem da WMTC. Neste projeto, atuaremos criando questões para a OIMC, mas também dando aulas, listas de exercícios e treinamentos para os participantes;

 

- Obtemos um total de mais de 4 mil inscritos na 1ª fase da OIMC. Vale ressaltar que após a 2ª fase, duas equipes serão selecionadas para participar de uma competição internacional de matemática na China, sendo uma das equipes obrigatoriamente de escola pública. Para a equipe de escola público, o custo de viagem será custeado pela ONG Alpha Lumen, e a estadia, alimentação e transporte na China será custeado pela comissão da própria WMTC.

 

- Na OIMC 2020 além de participantes brasileiros, tivemos também participantes da Angola, de Cabo Verde e de Moçambique

Segundo Moreira, o ensino de física no Brasil está em crise: além falta e/ou despreparo de professores, das más condições de trabalho, do reduzido número de aulas e da progressiva perda da identidade no currículo[1].

Sob esse olhar o Projeto foi inicialmente idealizado pelos estudantes Miguel Diniz e João Gabriel em 2018. Durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro semestre de 2019 eu (Luan) tive participações esporádicas, até que me consolidei no Projeto no segundo semestre de 2019 e passei a participar dos encontros todos os sábados de manhã. 

A ideia de darmos aulas vai além do fato de termos significativo conhecimento em física, isso porque temos grande experiência com olimpíadas científicas das mais diversas disciplinas. Desta forma, surgiu a ideia dar aulas para que, além de ensinar física, possamos preparar alunos que não teriam oportunidades para uma das mais importantes competições de física do país, cujo resultado o aluno pode usar até mesmo para entrar em uma universidade (brasileira ou internacional).

Aliás, a OBFEP foi criada justamente pensando no desnível entre os alunos de escolas públicas e os de escolas privadas[2]. Além disso é de conhecimento geral que alguns dos principais objetivos das olimpíadas científicas é o de melhorar o ensino das ciências através da formação de professores, encontrar talentos nas mais diversas áreas do saber, e propostas de desafios que instigam os alunos para além dos métodos de ensino mecanizados, que é o realizado na maioria das instituições de ensino[1, 2, 3].

 

2.Objetivos

Dar aulas de física para jovens de escola pública, ajudando também no preparo para olimpíadas como OBFEP (Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas)[4] e OBF (Olimpíada Brasileira de Física)[5], bem como identificar jovens talentos para acolhê-los no Instituto Alpha Lumen, para que seu talento seja utilizado para crescimento pessoal e coletivo, multiplicando seus conhecimentos para sua comunidade.

No ano de 2020 os integrantes do projeto se associaram à comissão da OIMC (Olimpíada de matemática e conhecimento)[6]. Assim, passamos a atuar não apenas no ensino de física, mas também de matemática.

Além disso, eu (Luan) e Miguel (ambos integrantes do projeto) fomos recentemente selecionados para representar o Brasil na GeCAA (Global e-Competition on Astronomy and Astrophysics)[7]. Dessa forma, temos confiança de nosso conhecimento em astronomia e astrofísica, e portanto, a partir do ano que vem passaremos a dar aulas de astronomia, voltadas especialmente para a OBA, para a seletiva para as olimpíadas internacionais de astronomia, e para as próprias olimpíadas internacionais (IOAA, OLAA, e possivelmente a própria GeCAA)[7, 8].

Assim é importante notar que o projeto tem profundo vínculo com a democratização do conhecimento, uma vez que seu público alvo é justamente aqueles que tem menos condições e oportunidades.

 

3.Feitos e resultados

-Aulas semanais presenciais aos sábados, das 8:00 às 10:30 ou das 8:00 às 12:00, na própria instituição da ONG Instituto Alpha Lumen;

-Sempre que possível fomos às escolas dar aulas, como na oportunidade em que fomos à Emef Professora Sônia Maria P. da Silva, onde pudemos atender à demanda de dezenas de jovens;

-Cerca de 3 três alunos já foram acolhidos pela ONG Instituto Alpha Lumen;

 

-Paralelamente a isso, durante o período de quarentena eu (Luan) comecei a escrever apostilas, sendo a primeira uma apostila de Cálculo, nomeada como “Cálculo para leigos, físicos e engenheiros”, que apesar de incompleto, já ajudou muitas pessoas com essa disciplina;

 

-Atualmente estamos firmando uma parceria com a secretaria de ensino de Monteiro Lobato, junto com as diretorias de algumas escolas públicas de São José dos Campos para que possamos dar aulas onlines para os alunos da rede pública;

 

-Firmamos também parceria com o comitê da WMTC (World Mathematics Team Championship)[9], que é uma olimpíada internacional de matemática realizada anualmente na China), e junto ao Comitê da WMTC e do Instituto Alpha Lumen, fundamos a OIMC, que selecionará estudantes brasileiros para participarem da WMTC. Neste projeto, atuaremos criando questões para a OIMC, mas também dando aulas, listas de exercícios e treinamentos para os participantes;

 

- Obtemos um total de mais de 4 mil inscritos na 1ª fase da OIMC. Vale ressaltar que após a 2ª fase, duas equipes serão selecionadas para participar de uma competição internacional de matemática na China, sendo uma das equipes obrigatoriamente de escola pública. Para a equipe de escola público, o custo de viagem será custeado pela ONG Alpha Lumen, e a estadia, alimentação e transporte na China será custeado pela comissão da própria WMTC.

 

- Na OIMC 2020 além de participantes brasileiros, tivemos também participantes da Angola, de Cabo Verde e de Moçambique

Segundo Moreira, o ensino de física no Brasil está em crise: além falta e/ou despreparo de professores, das más condições de trabalho, do reduzido número de aulas e da progressiva perda da identidade no currículo[1].

Sob esse olhar o Projeto foi inicialmente idealizado pelos estudantes Miguel Diniz e João Gabriel em 2018. Durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro semestre de 2019 eu (Luan) tive participações esporádicas, até que me consolidei no Projeto no segundo semestre de 2019 e passei a participar dos encontros todos os sábados de manhã. 

A ideia de darmos aulas vai além do fato de termos significativo conhecimento em física, isso porque temos grande experiência com olimpíadas científicas das mais diversas disciplinas. Desta forma, surgiu a ideia dar aulas para que, além de ensinar física, possamos preparar alunos que não teriam oportunidades para uma das mais importantes competições de física do país, cujo resultado o aluno pode usar até mesmo para entrar em uma universidade (brasileira ou internacional).

Aliás, a OBFEP foi criada justamente pensando no desnível entre os alunos de escolas públicas e os de escolas privadas[2]. Além disso é de conhecimento geral que alguns dos principais objetivos das olimpíadas científicas é o de melhorar o ensino das ciências através da formação de professores, encontrar talentos nas mais diversas áreas do saber, e propostas de desafios que instigam os alunos para além dos métodos de ensino mecanizados, que é o realizado na maioria das instituições de ensino[1, 2, 3].

 

2.Objetivos

Dar aulas de física para jovens de escola pública, ajudando também no preparo para olimpíadas como OBFEP (Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas)[4] e OBF (Olimpíada Brasileira de Física)[5], bem como identificar jovens talentos para acolhê-los no Instituto Alpha Lumen, para que seu talento seja utilizado para crescimento pessoal e coletivo, multiplicando seus conhecimentos para sua comunidade.

No ano de 2020 os integrantes do projeto se associaram à comissão da OIMC (Olimpíada de matemática e conhecimento)[6]. Assim, passamos a atuar não apenas no ensino de física, mas também de matemática.

Além disso, eu (Luan) e Miguel (ambos integrantes do projeto) fomos recentemente selecionados para representar o Brasil na GeCAA (Global e-Competition on Astronomy and Astrophysics)[7]. Dessa forma, temos confiança de nosso conhecimento em astronomia e astrofísica, e portanto, a partir do ano que vem passaremos a dar aulas de astronomia, voltadas especialmente para a OBA, para a seletiva para as olimpíadas internacionais de astronomia, e para as próprias olimpíadas internacionais (IOAA, OLAA, e possivelmente a própria GeCAA)[7, 8].

Assim é importante notar que o projeto tem profundo vínculo com a democratização do conhecimento, uma vez que seu público alvo é justamente aqueles que tem menos condições e oportunidades.

 

3.Feitos e resultados

-Aulas semanais presenciais aos sábados, das 8:00 às 10:30 ou das 8:00 às 12:00, na própria instituição da ONG Instituto Alpha Lumen;

-Sempre que possível fomos às escolas dar aulas, como na oportunidade em que fomos à Emef Professora Sônia Maria P. da Silva, onde pudemos atender à demanda de dezenas de jovens;

-Cerca de 3 três alunos já foram acolhidos pela ONG Instituto Alpha Lumen;

 

-Paralelamente a isso, durante o período de quarentena eu (Luan) comecei a escrever apostilas, sendo a primeira uma apostila de Cálculo, nomeada como “Cálculo para leigos, físicos e engenheiros”, que apesar de incompleto, já ajudou muitas pessoas com essa disciplina;

 

-Atualmente estamos firmando uma parceria com a secretaria de ensino de Monteiro Lobato, junto com as diretorias de algumas escolas públicas de São José dos Campos para que possamos dar aulas onlines para os alunos da rede pública;

 

-Firmamos também parceria com o comitê da WMTC (World Mathematics Team Championship)[9], que é uma olimpíada internacional de matemática realizada anualmente na China), e junto ao Comitê da WMTC e do Instituto Alpha Lumen, fundamos a OIMC, que selecionará estudantes brasileiros para participarem da WMTC. Neste projeto, atuaremos criando questões para a OIMC, mas também dando aulas, listas de exercícios e treinamentos para os participantes;

 

- Obtemos um total de mais de 4 mil inscritos na 1ª fase da OIMC. Vale ressaltar que após a 2ª fase, duas equipes serão selecionadas para participar de uma competição internacional de matemática na China, sendo uma das equipes obrigatoriamente de escola pública. Para a equipe de escola público, o custo de viagem será custeado pela ONG Alpha Lumen, e a estadia, alimentação e transporte na China será custeado pela comissão da própria WMTC.

 

- Na OIMC 2020 além de participantes brasileiros, tivemos também participantes da Angola, de Cabo Verde e de Moçambique

Started Ended
Number of participants
3
Service hours
15390
Location
Brazil
SDGS

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